quarta-feira, 22 de Outubro de 2014

o pensamento do dia...


no público...

vídeo [educação]... questões chave da educação, a inclusão... em debate na ffms...!


pois... 'o que se passa que os alunos não passam?'


no educare...

"“A escola deve abandonar o seu modelo coercivo e de seleção, encontrando formas de motivar os alunos, sem diminuir a qualidade das aprendizagens”, escrevem Isabel Flores, estudante de Doutoramento em Políticas Públicas, Rosário Mendes, pós-graduada em Análise de Dados em Ciências Sociais, e Paula Velosa, também pós-graduada em Análise de Dados em Ciências Sociais, todas do ISCTE, num texto que faz parte dos contributos da investigação em educação do relatório Estado da Educação 2013 do Conselho Nacional de Educação (CNE). “O que se passa que os alunos não passam?” é o título do documento que coloca o dedo em várias feridas e onde se lê que Portugal terá mais problemas ao nível da inclusão do que da exigência, uma vez que os alunos com sucesso têm um excelente desempenho nos testes internacionais.

O que se passa então? Sabe-se que reter alunos não significa melhores aprendizagens e objetivos pedagógicos cumpridos. E que acabar com o problema das retenções passa pelo envolvimento de toda a sociedade com repartição de responsabilidades. As investigadoras esmiuçaram dados recolhidos pela OCDE, em 2009 e 2012, através do PISA – Programme for Internacional Student Assessment – que afere os conhecimentos em relação à Leitura, Matemática e Ciências dos alunos de 15 anos de diversos países. Em Portugal, em 2012, foi recolhida uma amostra de 5.722 alunos de 195 escolas e as taxas de participação foram elevadas: 96% para as escolas, 87% para os alunos e 85% para os pais.

Os alunos portugueses apresentam classificações similares à média da OCDE, mas afasta-se, pela negativa, no caso das retenções. “Segundo dados do PISA 2012, cerca de 35% dos alunos com 15 anos já repetiram pelo menos uma vez”. Anos em atraso, menos conhecimentos. “A situação torna-se ainda mais grave ao verificarmos que o número de duas ou mais repetições é o maior da Europa, sendo que 75% dos alunos já repetiram duas vezes ou mais”, escrevem as investigadoras. Se os alunos que já repetiram não entrassem na avaliação do PISA, a classificação seria “absolutamente fantástica” e o país chegaria ao oitavo lugar. Por outro lado, os resultados seriam desastrosos se apenas fossem contabilizados alunos com pelo menos uma repetição. O que demonstra que os alunos retidos são os que “não atingiram um patamar satisfatório de conhecimentos”.

Há resultados elucidativos: alunos do 9.º ano que nunca repetiram obtêm uma média de 504 a Matemática e alunos que já repetiram uma vez, no mesmo ano, obtêm 440. “Estes resultados mostram bem que se trata de alunos com dificuldades de aprendizagens que não são corrigidas pela repetição de ano”, sublinham. Há dois aspetos importantes que podem ajudar a melhorar o desempenho escolar dos alunos e que não devem ser colocados de parte: o prazer na leitura e as estratégias de estudo. “Se a leitura for de acesso fácil é mais provável que os alunos leiam e logo aumentem a sua possibilidade de sucesso escolar”. Os estímulos à leitura na infância são, por isso, fundamentais. “Se se utilizar o ESCS [Estatuto Económico, Social e Cultural] como variável de controlo conclui-se que, de uma forma agregada, para o mesmo nível económico, social, cultural, as raparigas têm uma menor possibilidade de repetir anos, assim como os alunos com maior prazer na leitura e aqueles que apresentam técnicas de estudo mais eficazes”, sustentam as investigadoras.

Visitar a escola por bons motivos

 
O impacto da liderança nas escolas é um aspeto a valorizar quando o assunto é retenções. Nesse sentido, aconselham-se os diretores a refletir sobre o seu papel na escola “e tentar estabelecer mecanismos de utilização de autonomia escolar para intervir na melhoria dos resultados dos alunos”. Neste ponto, as investigadoras salientam que, em Portugal, os diretores admitem nunca dar aulas de substituição de professores em falta – 92,7% referem que nunca ou quase nunca – e também admitem não ser prática observar aulas – 91,5% dizem que esta prática nunca ou quase nunca acontece. “Mais de 50% também se considera afastado do trabalho de monitorização dos alunos. Por outro lado, estão muito empenhados na formação contínua de professores e em garantir que o projeto pedagógico da escola seja cumprido por todos”. Em comparação com o estudo internacional, os líderes das escolas portuguesas “assumem menos responsabilidades de liderança do que os seus pares”. 

A dimensão da escola tem uma correlação com a possibilidade de repetir anos. “Verifica-se que os alunos que estão inseridos em comunidades de maior dimensão têm mais possibilidades de sucesso e que a atual liderança das escolas em nada afeta a possibilidade de não repetir o ano”. O facto de ser uma escola pública ou ser privada não se mostrou relevante na questão do sucesso, sem peso no modelo global, “possivelmente devido ao desnível qualitativo das amostras, dado que apenas 13% dos alunos de 15 anos frequentam escolas do ensino privado e cooperativo, e que a taxa de repetição de ano é mais baixa para as escolas privadas, refletindo possivelmente a diferença de ESCS”.   

Dados analisados, as investigadoras fazem algumas recomendações que, admitem, “podem parecer simples e até óbvias”, mas que não são demais lembrar e que estão aliçercadas nos resultados. Aos alunos, que leiam, que aprendam a gostar de ler para trabalhar a língua, a interpretação, a concentração, a cultura. E no estudo, não vale a pena saber tudo de cor, importante é estruturar o estudo, compreender conceitos. “Repetir vezes sem conta o mesmo procedimento e esperar que o resultado seja diferente não vale a pena”. Os pais devem rechear a casa com materiais de leitura e acesso a informação, estimular as brincadeiras, e visitar a escola por bons motivos. “Não vale a pena ir falar com os professores porque as coisas estão a correr mal, a probabilidade é de correrem ainda pior”.

As escolas devem, por seu turno, repensar procedimentos, aumentar a participação dos professores e diretores na vida e gestão escolares, apostar numa autonomia educativa vocacionada para ensinar e não tanto para avaliar. “Repetir o ano, por si só, não contribui para uma melhor aprendizagem. Embora não acreditemos que os alunos devam transitar sem atingir patamares mínimos de conhecimento, é importante pensar em estratégias para evitar que os alunos cheguem a um ponto sem retorno”. Ao Governo, fica a chamada de atenção para que invistam e implementem políticas de combate à desigualdade económica, social e cultural, uma das “grandes responsáveis pelo insucesso de aprendizagem”. Políticas que passam não só por apoios financeiros, mas pelo aumento da escolaridade de adultos e contribuições efetivas para a aquisição de mais cultura. 

Portugal tem uma média de 14% de retenções, percentagem superior à média da OCDE. Retenções significam custos para o país. Se cada aluno custa, em média, 4.415 euros por ano, e com os dados disponíveis, o custo direto para o país é de cerca de 200 milhões de euros. E o que se poderia fazer com esse dinheiro? Diminuir o número de reprovações? Contratar mais professores? Melhorar quanta escolas? Quantos programas de apoio dariam para implementar? Quantas famílias poderiam melhorar o seu nível económico, social e cultural? As três investigadoras fazem essas perguntas. E não só. “Se ao custo direto se acrescentar o facto de que estes alunos têm expetativas de formação muito inferiores aos alunos que nunca repetiram, este é um custo que se perpetuará por vidas inteiras, tanto a nível financeiro, como de capacidade criativa e produtiva destes jovens, e consequentemente contribuição em capital humano e financeiro para todo o sistema”. Setenta por cento dos alunos que nunca repetiram querem ir para a universidade, número que desce para 30% dos estudantes repetentes
." 

aqui.

ah... temos 'poesia'... 'crato glosa bocage'...!


no público...

coisas da educação... 'rigor mortis'...?


no público...

desenho [diário gráfico]... no largo do intendente, lx... de luís gabriel...!


via urban sketchers portugal...

o boneco do dia...


no jornal de negócios 'online'...

coisas da educação, com muitos equívocos à mistura...


na rádio renascença... aqui.

leitura [educação]... das competências...!


por favor (?)... não me comprometam...!


no público...

isto demonstra, um pouco à saciedade, a bandalheira que se instalou...!


no público...

à atenção dos professores... mobilidade por doença... via dgae...!

22Outubro2014

Mobilidade Por Doença 2014/2015 – Pedido
Aplicação disponível até às 10:00h de 27-10-2014

informações [educação]... ciência, tecnologia e sustentabilidade, natal em concurso e aplicação de língua gestual... no boletim do cirep...!

Informações Gerais

Cidades sustentáveis – o contributo da ciência e da tecnologia

A Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica lançou a iniciativa “Cidades Sustentáveis – o contributo da ciência e da tecnologia”, dirigida a alunos dos ensinos básico (8.º e 9.º anos) e secundário, que pretende levar os jovens a identificar os problemas existentes nas suas comunidades e a procurar soluções sustentáveis, com recurso à ciência e/ou à tecnologia.

Entre os meses de outubro e dezembro de 2014, os alunos interessados em desenvolver projetos nesta área deverão inscrever-se, constituir a sua equipa de trabalho, identificar o problema local a estudar, escolher o tema e identificar eventuais parceiros na comunidade (opcional).

A coordenação do projeto será sempre assegurada por professores da área científica, sendo considerada uma mais-valia o contributo de professores de outras áreas (línguas, artes, tecnologia, geografia).


Um "Postal de Natal" para a ANQEP

A Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional (ANQEP) lança, pelo segundo ano consecutivo, o concurso "Postal de Natal".

Destinado a jovens que tenham frequentado, no último ano letivo (2013/2014), um curso profissional (entendido como qualquer modalidade de dupla certificação que confira o 12.º ano de escolaridade), este concurso tem como objetivos: promover a expressão artística e desenvolver o espírito criativo; sensibilizar os alunos para a importância da comunicação institucional; demonstrar, através de um postal de Natal, a importância da ANQEP nos mundos da educação, formação e emprego; e criar um instrumento que permita à ANQEP desejar as Boas Festas, na próxima quadra natalícia, a todos os seus parceiros institucionais.

Os concorrentes terão de construir um postal de Natal digital que possa ser utilizado pelos colaboradores na ANQEP, criando uma imagem, (desenho, fotografia, infografia ou outro elemento ilustrativo) que responda aos objetivos do concurso.


Novo serviço para os visitantes surdos

Seis bilheteiras da Parques de Sintra (entrada principal do Parque da Pena, Castelo dos Mouros, Parque de Monserrate, Convento dos Capuchos, Palácio Nacional de Queluz e Palácio Nacional de Sintra) dispõem agora de telemóveis com ligação a um intérprete de língua gestual, com o objetivo específico de prestar um serviço mais completo aos visitantes surdos. Assim, é agora mais fácil para os operadores de bilheteira esclarecerem questões complexas relativas a atividades, tarifários individuais ou bilhetes combinados, entre outros assuntos.

Esta iniciativa integra-se no projeto “Parques de Sintra Acolhem Melhor”, que pretende melhorar as condições de acessibilidade aos Parques e Palácios sob gestão da empresa e constituí-los como exemplo de boas práticas do turismo acessível e da igualdade de acesso ao Património natural e construído.


nota: estas informações são uma transcrição directa do boletim, logo respeitam o ao... infelizmente...!

legislação [educação]... agora é oficial... temos secretário de estado [seebs]... no boletim do cirep...!

Boletim Informativo n.º 143 – 22/10/2014

Publicado em Diário da República

Decreto do Presidente da República n.º 90-A/2014 - Diário da República n.º 203/2014, 1º Suplemento, Série I de 2014-10-21, da Presidência da República
Exonera, a seu pedido e sob proposta do Primeiro-Ministro, o Mestre João Henrique de Carvalho Grancho do cargo de Secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário.

Decreto do Presidente da República n.º 90-B/2014 - Diário da República n.º 203/2014, 1º Suplemento, Série I de 2014-10-21, da Presidência da República
Nomeia sob proposta do Primeiro-Ministro, o Prof. Doutor Fernando José Egídio Reis para o cargo de Secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário.

e dizem, à boca cheia... não há subida de impostos...!

Passos cria "travão" para impedir que famílias sem filhos paguem mais IRS

no expresso 'online'...

bom, parece-me que andam a brincar connosco... há já três anos que uns, designados de 'iluminados', pretendiam isto mesmo... ou não...?

Reestruturar dívida em Portugal pode ser inevitável, defende editor do FT

Paulo Zacarias Gomes
 
 
O Parlamento português debate hoje três propostas relacionadas com uma reestruturação de dívida. À conversa com o Económico, Chris Giles, editor de economia do Financial Times (FT), diz que uma reestruturação parece inevitável dado o elevado endividamento do País.
 
 
no diário económico... aqui.
 
 
leitura complementar:
 

a violência está no ar... a começar pela moral, ética e psicológica exercida pelo governo... que dá o exemplo...!


no público...

"O que esta terça-feira podia ter sido apenas mais um dia de aulas normal, acabou afinal com uma professora agredida na escola básica e secundária do Cerco do Porto, em Campanhã. Dezenas de pais surgiram à hora do almoço obrigando a PSP a enviar quatro carros patrulha. Mas o motivo que alarmou os pais foi, afinal, a presença de uma criança alegadamente com ébola.

“A direcção está toda reunida lá dentro e ninguém nos diz nada. Há ébola ou não? Ligaram-me aqui da escola a avisar”. Quem? “Sei lá bem quem. Preciso é de saber se há [ébola] para levar o meu neto daqui para fora”, dizia uma avó com os braços no ar segundos antes de desaparecer na multidão que aguardava por notícias debaixo de um sol intenso. Não havia ébola. Alguns alunos decidiram ligar aos pais dando conta do vírus. “Há ébola”, diz Sofia, de 11 anos. Aponta para um cartaz da Direcção-Geral de Saúde sobre o que fazer se tiver sintomas.

Pelas 13h a escola pedira ajuda à PSP. Uma docente de 43 anos tinha sido agredida durante a manhã. Tirara o telemóvel a uma aluna de 12 anos que o usava à socapa na aula de educação visual. No final, a aluna do 6.º ano exigiu o telemóvel de volta. A explicação da professora de que a regra era entregá-lo à direcção da escola não a satisfez. Tirou o telemóvel a um colega e ligou aos pais. Disse-lhes que tinha sido agredida pela professora. Foi o suficiente para os pais, feirantes, lá rumarem. Enquanto o pai falava com o director, a mãe descobriu a professora numa das salas de aula e “deu-lhe quatro bofetadas depois de lhe puxar os cabelos”, descreveu fonte da PSP do Porto.

Mas no exterior a multidão indignava-se com a ausência de novidades sobre o ébola. “Eu acho que há aqui um engano qualquer”, disparava um polícia enquanto tentava controlar os pais que forçavam a entrada na escola. O esforço por explicar que o problema não era o ébola de pouco lhe serviu.

“Não é verdade. Os alunos é que espalharam o boato sobre o ébola. O que aconteceu foi apenas a agressão e depois os pais começaram a vir todos para aqui para a porta”, contou um funcionário da escola. No exterior, os pais exigiam esclarecimentos da direcção do estabelecimento.

A escola faz parte dos estabelecimentos de Território Educativo de Intervenção Prioritária. Fica junta ao Bairro do Cerco, um aglomerado social marcado pela toxicodependência.

“Os pais [da aluna] não vinham só para falar. Ainda tentámos defender a colega, mas não conseguimos impedir a agressão”, disse Filipe Remédios Gomes, professor de Matemática. A mãe, de 33 anos, foi identificada pela polícia, mas a docente preferiu não apresentar queixa, segundo a PSP.
José Maia, presidente da associação de pais, dá razão à professora, mas também defende que, “se tirou o telemóvel à força, também merece uma sanção”. Ao final da tarde desta terça-feira a direcção da escola continuava reunida. Confirmou apenas que será aberto um processo de averiguações. Já em Outubro de 2008 uma professora foi agredida por ter colocado um aluno de castigo na cantina. A escola decidiu proibir então a entrada dos pais."



aqui.

coisas da educação...


afinal em que é que ficamos... uma no cravo e outra na ferradura...?

o roteiro da actualidade [capas e destaques]... via jornais do dia...!



Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

Negociadores em Hong Kong alvo de sátira na Internet
Inspetores da ASAE apresentam hoje queixa ao provedor de Justiça
Exposição com tesouros dos palácios reais de Espanha abre hoje ao público
Ativista Asma Mahfouz proibida de sair do Egito
Deputado pede investigação internacional à política de imigração australiana
Tóquio vai enviar delegação para Pyongyang para tratar caso de sequestros
Coreia do Sul entrega ao Peru dois aviões militares

Capa do Público Público

Cartas à directora
Este calor endiabrado
Um fracasso monumental e trágico
Orçamento do Estado para 2015: Crato glosa Bocage
A “praxe” e o novo tribalismo
Ricardo Quaresma resolve depois do habitual erro
Porto Lazer deixa de poder decidir mudança de nome do Pavilhão Rosa Mota

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

Costa encosta governo à berma pela gestão dos transportes
Portugueses pioneiros na técnica para reparar lesões na medula
"Advogado ajudou PJ a prender outro advogado"
Justiça quer Segurança Social mais exigente na atribuição de advogados
As metáforas de Passos e chorar por mais
Falha de energia deixa Hospital Pedro Hispano sem eletricidade durante uma hora
Mais um jackpot no Euromilhões. Agora de 190 milhões

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Armas largadas de avião caíram nas mãos do Estado Islâmico
Operador de câmara da NBC curado do ébola
Freira do "The Voice" lança single "Like a Virgin"
Mãe revolta-se contra bonecos da série "Breaking Bad"
Um Rui contra a corrente do Rio que o antecedeu
Menores confessam ter-se encontrado com estranhos do Facebook
Submarino e cargueiro da II Guerra descobertos no Atlântico

Capa do i i

Capa do Diário Económico Diário Económico

Um Governo de cláusulas
Um assunto arrumado
Poder aos eleitores
A reforma do IRS e a nova cláusula de salvaguarda
Conselheiros de Estado não acreditam em eleições antecipadas
“A PT Portugal não vai mudar de nome”
“Ninguém me disse que estamos à venda”

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

Carl Icahn diz que Europa Ocidental é um verdadeiro problema
Larry Fink: Correcção das bolsas "limpou" os excessos
O que está a provocar o frenesim de fusões e aquisições nas farmacêuticas?
Vendas da Yahoo no terceiro trimestre superam as estimativas
Portos batem recordes apesar de Lisboa
Fidelity está mais optimista em relação à Europa
CaixaBI: Lucros da Jerónimo Martins devem recuar 7% no terceiro trimestre

Capa do Oje Oje

Qual é a sua proveniência? Ébola barra entrada nos EUA
“Aposto na indústria do sustentável e do ecológico”
PT não desiste. BdP vai ter de ceder informações sobre o BES
Nem dinheiro nem cartão! Vá às compras com o e-mail ou telemóvel
Agroalimentares portugueses conquistam paladares em Paris
Tribunal agrava contraordenações à Galilei
Sauditas vão importar as nossas iguarias

Capa do Destak Destak

Negociadores do Governo alvo de sátira na Internet
Inspetores da ASAE apresentam hoje queixa ao provedor de Justiça
Exposição com tesouros dos palácios reais de Espanha abre hoje ao público
Ativista Asma Mahfouz proibida de sair do Egito
Deputado pede investigação internacional à política de imigração australiana
Tóquio vai enviar delegação para Pyongyang para tratar caso de sequestros
Coreia do Sul entrega ao Peru dois aviões militares

paroxismos dos ranquingues...


no cm...

para espanto meu [nosso]... 'o admirável mundo novo' [da (des)educação 'crática']...!


no público 'online'...

terça-feira, 21 de Outubro de 2014

o pensamento do dia...


no público...

q.e.d., a mentira tem perna curta... como bem mostra o paulo guinote... n'a mentira descarada'...!

"Há não poucos meses o MEC mandava fazer saber que:

Com que então, 149 milhões de euros?

Vamos lá ver a proposta de OE para 2015…

OE2015Prop1

Reparem lá nos valores… em 2014 o total das transferências foi de 240 ME. Podem sempre dizer que não são tudo verbas para contratos de associação, que os há simples e de patrocínio, mas os bolsos para onde vão são os mesmos.

E podemos confirmar com os dados da dotação inicial do orçamento do MEC para 2014:

OEMEC2014

A verdade é que desde 2009/20, o valor das transferências para o sector privado se mantém praticamente igual, enquanto os cortes impostos à rede pública (que se afirma excessiva, pelo que poderia incorporar muitos daqueles que implicam despesa adicional para o Estado) são na ordem das centenas de milhões de euros por ano…"

 

daqui.

coisas da educação [com (uns tantos) equívocos à mistura?]... a escola hoje, inclusão, diferenças e processo ensino-aprendizagem...!


no observador...

"“Uma escola que inclua todos os alunos e em que todos os alunos aprendam uns com os outros.” É esta a meta delineada por David Rodrigues para atingir a plena inclusão nas escolas. Professor catedrático na Universidade Portucalense, presidente da Associação Nacional de Docentes de Educação Especial e diretor da revista “Educação Inclusiva”, discursou perante uma plateia atenta de professores e interessados na Torre do Tombo, em Lisboa.

“A Inclusão nas Escolas” abriu na passada quinta-feira o Mês da Educação organizado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos. O tema funciona para todos os ciclos e graus, “desde a primária ao ensino superior”, refere o orador que se juntou a Felicity Armstrong, professora emérita de Educação no Instituto de Educação da Universidade de Londres. David Rodrigues refere que a questão da inclusão ultrapassa os alunos com necessidades especiais. “São, sem dúvida, uma bandeira, por serem aqueles que são mais diferentes. Mas também nos devemos preocupar com os alunos que não aprendem, que vêm de meios muito pobres, que são deixados para trás. A escola foi criada para incluir todos os alunos.”

Critica a “naturalização” das reprovações e do insucesso escolar e afirma: “se uma escola tem 500 alunos, 500 alunos têm de aprender e não pode ser “natural” que 100 desses alunos não aprendam”. A inclusão nas escolas está, em grande parte, na responsabilidade dos professores que, por vezes, estão “muito pouco disponíveis para modificar a sua forma de ensinar”. As novas ferramentas digitais, como a internet e os dispositivos móveis, devem ser vistas pelo professor como um aliado, e não como uma ameaça, porque uma aula não tem de se resumir “ao caderno e ao quadro preto”. “Há professores nos Estados Unidos que pedem um resumo da aula aos alunos com um tweet”, exemplifica.
“A solução não é queimar os bons alunos para salvar os maus alunos”, adverte. Passa, sim, por estimular a aprendizagem, elevar as expetativas, usar os recursos da escola e da comunidade, porque “o objetivo deve ser sempre ensinar todos os alunos, entendendo a turma como um grupo heterogéneo.” E, afinal, qual é a finalidade última da educação? “Tornar os alunos verdadeiramente apaixonados pelo conhecimento”."


aqui.

e estes, então... não devem ter dias...?


no público...

este também tem dias...


no observador...

"A ideia de adiar os exames do final do ano letivo chegou a ser avançada por associações e confederações de pais e encarregados de educação, a fim de compensar os alunos que estiveram sem professores neste primeiro mês de aulas, mas o secretário de Estado Casanova de Almeida descartou a proposta.

“Não me parece que seja a solução adiar exames”. Foi desta forma que o secretário de Estado do Ensino e Administração Escolar respondeu esta segunda-feira ao Observador, à margem da cerimónia de abertura da “Semana da Educação”, promovida pela Câmara de Cascais, acrescentando que nem essa hipótese, nem a de encurtar férias “se colocou sobre a mesa até à data”.

Então que medidas serão adotadas pelas escolas? Casanova de Almeida disse que será preciso esperar que os diretores façam o “levantamento das situações e façam propostas”, ainda que “o caminho apontado como natural passa por completar horários de docentes e por coadjuvação (dois professores na sala)”, rematou o governante, reiterando que o MEC está “disponível para ajudar os diretores”.

Ministério não sabe quantos professores faltam nas escolas

Filinto Lima, vice-presidente do Associação de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas, e diretor de um agrupamento de escolas com contrato de autonomia, explica que antes de propor uma solução para os alunos será preciso concluir a tarefa de colocação de docentes, que esta segunda-feira iniciou uma nova fase – a da bolsa de contratação de escola (BCE) continua – e que já permitiu colocar alguns professores ao longo do dia.

Questionado sobre quantos docentes ainda estão em falta nas escolas, Casanova de Almeida disse não ter esses números, uma vez que um só professor pode preencher vários horários que, “nesta altura são sobretudo horários reduzidos”.
O governante diz que a resolução deste problema “vai depender da aceitação dos professores”, mas acredita que “no final desta semana haverá apenas casos residuais de falta de professores”, como “há, aliás, todos os anos ao longo do ano letivo, com baixas de docentes por motivos de doença e maternidade”."


aqui.

uma pérola legislativa (?)... 'comissão de arbitragem administrativa'... afinal, para quê...?


portanto [e sem alguma expectativa]... só posso apresentá-lo informalmente...!


no público...

pintura... de bicicleta... de didier lourenço...!


o boneco do dia...

nada que este governo não deixa de ser: 'um mictório público' 
 

gostaria de apresentar o novo secretário de estado [mec]... mas não posso [oficialmente]...!



do portal do governo, agora mesmo...

é sempre bom saber... que os outros nos apreciam...!


no dinheiro vivo... aqui.


"Lisbon: Tiles

Is there a bluer country than Portugal? The blue sky and Atlantic Ocean embrace the land. The blue moods of Fado, the melancholy folk music, form the national soundtrack. And all across Portugal, the typically blue designs of azulejosceramic tiles — are spread across churches, monasteries, castles, palaces, university halls, parks, train stations, hotel lobbies and apartment facades. The result is an embellished land of Christian saints, biblical episodes, Portuguese kings, historical glories, pastoral idylls, aristocrats at leisure, landscapes, seascapes, floral designs and, above all, geometric motifs.

Thousands of specimens, from the 15th century to the 1930s, fill Solar a nearly 60-year-old Lisbon tile specialist and antique dealer. (Solar Antique Tiles, a newer showroom in New York City, is run by a family member.)
Photo
LISBON | Solar, a nearly 60-year-old tile specialist and antique dealer. Credit Solar

Stacks of tiles and hanging panels embody historical styles such as Hispano-Moorish, Renaissance, Baroque, neo-Classical, Art Nouveau and Art Deco. Blue and white are the star colors, though yellow, green, brown and other hues sometimes play supporting roles.

Simple, small individual decorative tiles start at 20 euros ($24) for 18th-century varieties and 8 euros for 19th-century examples. Be prepared to pay 50 euros or more for 17th-century tiles and at least 100 euros for those from the 16th century.

One marquee name in stock is Rafael Bordalo Pinheiro, a celebrated 19th-century illustrator and ceramist whose work has been collected by the British Museum. A dazzling neo-Moorish geometric pattern explodes in a kaleidoscope of blue, white, emerald and caramel shapes across four tiles (90 euros a tile).

Collectors might consider rarities like an 18th-century 56-tile panel, originally in an aristocratic lady’s dressing room, depicting a trompe l’oeil mirror in which a noblewoman can be seen gazing into a looking glass held by her attendant. The cost is 9,300 euros. Palace not included." 

SETH SHERWOOD


daqui.

leitura [educação]... educação e competências para a vida [relatório 2014]...!


com uma substancial diferença... nós é que estamos no olho do 'dito'...!

Cheguei no meio do furacão", diz novo presidente da PT Portugal


 Tiago Freire e António Costa
 

Na primeira entrevista desde que assumiu a presidência da PT Portugal, Armando Almeida fala das expectativas que tinha, do actual momento da operadora e da sua estratégia, depois de apenas dois meses à frente de uma das maiores empresas portuguesas.

e vão chegar hossanas...!


agora mesmo, no notícias ao minuto... aqui.

relações causa-efeito, curiosidades... 'diz-me quando nasceste'...?



no destak...