sexta-feira, 20 de outubro de 2017

passe a publicidade à empresa (agora chamam-lhe responsabilidade social)... é um complemento activo à entrada anterior... façam o favor de divulgar, tal como estou a fazer agora...!

Interessados em ajudar, marcando a diferença? Sigam as instruções!
1. Comprem um kit “Vale uma Árvore” por 3€ numa loja CTT (até 30 Novembro - prendas de Natal, ficam tratadas já com antecedência, yupiiiii).
2. Os CTT comunicam à Quercus e a árvore é plantada até à Primavera de 2018, sendo cuidada e monitorizada durante 5 anos.
3. Registem a vossa árvore com o código do autocolante do vosso kit “Vale uma Árvore” (que inclui também, claro, uma componente física - uma árvore, uma azinheira em cartão reciclado)
4. Recebam notícias e acompanhem o bosque onde a vossa árvore foi plantada. Entre as 28 espécies disponíveis, que fazem parte da flora original portuguesa, encontram-se o amieiro, medronheiro, bidoeiro, castanheiro, freixo, azevinho, loureiro, carvalho-negral e carvalho-alvarinho, o sobreiro, o lentisco ou o sabugueiro, entre outras (nada de eucaliptos!!)
Para ficarem melhor informados, espreitem em
http://umaarvorepelafloresta.quercus.pt/
https://greensavers.sapo.pt/…/ja-pode-plantar-uma-arvore-p…/
 
 
via fb, com agradecimentos à ana calçada de carvalho...!

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

divulgando... coisas interessantes...!

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 dnbci17 aveiro oia

ORAÇÃO MARIANA
AVEIRO, Oiã, Igreja Matriz
19 de Outubro 2017, 15h30
Porque é outubro e porque vivemos o encerramento do centenário das aparições, em Fátima, queremos rezar o terço com os nossos mais velhos. Convidadas as 3 IPSS – ERPIS da freguesia de Oiã, cria-se assim uma oportunidade para muitos deles retornarem e reverem a igreja matriz, onde foram batizados, comungaram pela primeira vez e casaram.




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OS RETÁBULOS DO ARCIPRESTADO DE ESTARREJA
AVEIRO, Estarreja, Igreja Matriz
19 de Outubro 2017, 20h30
Apresentação do trabalho de investigação coordenado pelos Dr.s. António Cruz Leandro e Maria Clara de Paiva Vide Marques, do qual surgiu a publicação do livro Fé e Esplendor! A Arte Retabular das Igrejas Paroquiais de Estarreja editado pela Câmara Municipal de Estarreja Retábulos das Igrejas Paroquiais de Estarreja, um contributo para o conhecimento e divulgação do património artístico do Município de Estarreja, nomeadamente na arte da talha, vertente artística que ocupa lugar cimeiro no adorno das nossas igrejas e que mais originalidade alcançou em Portugal entre os séculos XVI e XIX, tornando-se uma linguagem artística relevante do sentir português.



 dnbci17 coimbra semmaior

VISITA GUIADA AO SEMINÁRIO MAIOR DE COIMBRA
COIMBRA, Seminário Maior de Coimbra
19 de Outubro 2017, 18h00
 Máximo 20 pessoas, mediante inscrição prévia através do número 239 792 344.




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CONCERTO DE ÓRGÃO NA IGREJA DO SEMINÁRIO MAIOR DE COIMBRA
COIMBRA, Seminário Maior de Coimbra
19 de Outubro 2017, 19h00
Concerto pelo organista Francisco Gomes. Entrada gratuita.




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CONCERTO PELO CORO DE SANTA ISABEL
COIMBRA, Igreja da Rainha Santa Isabel
19 de Outubro 2017, 21h30
Entrada gratuita.



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VISITA GUIADA: LIVROS DE MÚSICA LITÚRGICA E DOCUMENTAÇÃO RELATIVA À CONSTRUÇÃO DE IGREJAS E CAPELAS
ÉVORA, Arquivo Distrital
19 de Outubro 2017
O Arquivo Distrital de Évora associa-se ao Dia Nacional dos Bens Culturais da Igreja através da realização de um Dia Aberto, onde se incluem visitas guiadas à exposição "O Culto Mariano na Diocese de Évora".
Estará também patente uma Mostra Documental sobre arte religiosa (composta essencialmente com contratos de construção de altares) e terão lugar visitas guiadas a várias áreas funcionais do ADE (serviço de referência e leitura, tratamento documental, unidade de transferência de suporte e depósitos) com uma duração aproximada de uma hora. A inscrição é gratuita, mas obrigatória, e o n.º de inscrições aceites é limitado. Inscrição até 18 de outubro por email.




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CONFERÊNCIA "O MILAGRE EUCARÍSTICO DE SANTA CLARA"
ÉVORA, Igreja de São Francisco
19 de Outubro 2017, 15h00
Conferência a cargo das conservadoras restauradoras Fátima Teixeira e Andréa Teixeira. A pintura que dá o título à conferência, após restauro, encontra-se agora no transepto da Igreja de São Francisco de Évora.




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O CAMINHO DO INVENTÁRIO E OS SEUS FRUTOS
AVEIRO, Branca, Igreja Matriz
20 de Outubro 2017, 21h00
A Paróquia da Branca investiu no valoroso trabalho de inventariação dos seus bens artísticos e espólio documental de braço dado com um projeto de conservação e restauro coordenado pela empresa N-restauros, com apresentação de resultados pela equipa de inventário e equipa de conservação e restauro. Por Hugo Cálão e NRestauros. 




 dbci17 aveiro svicente e simbologias

SÃO VICENTE, MÁRTIR, E SUAS SIMBOLOGIAS
AVEIRO, Branca, Igreja Matriz
20 de Outubro 2017, 21h00
O campo simbólico é uma rede, um código, pelo qual um símbolo se relaciona e é bem compreendido e interpretado. São Vicente não é exceção. Vamos compreender São Vicente no seu campo simbólico expresso na arte cristã, e a sua particularidade na iconografia portuguesa, padroeiro da Diocese do Algarve e da cidade de Lisboa, e suas representações na Paróquia de São Vicente da Branca. Por Hugo Cálão. 




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APRESENTAÇÃO DA OBRA RETÁBULOS RELICÁRIOS
COIMBRA, Mosteiro de Santa Clara-a-Nova (galerias superiores)
20 de Outubro 2017, 17h00
Lançamento do 13º volume da colecção Promotoria Monográfica - História de Arte, com o título Retábulos Relicários, da autoria de Francisco Lameira, Carlos Evaristo e José João Loureiro. Apresentação da obra a cargo de Francisco Pato de Macedo. Entrada gratuita.




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PINTURAS COMO 'PREGAÇÃO MUDA' DA EUCARISTIA: NAS IGREJAS DE LISBOA DOS SÉCULOS XVII E XVIII
LISBOA, Universidade Católica Portuguesa
20 de Outubro 2017, 18h00
No âmbito da Reforma Católica, as necessidades de incremento do culto eucarístico e o reconhecimento da eficácia das imagens na sua promoção tiveram como efeito uma verdadeira explosão de expressões do mistério eucarístico nas artes, enchendo os templos e dando corpo a um discurso visual novo, simultaneamente catequético e de apologia devocional.
Através da análise do conjunto de pinturas ainda hoje existentes nas igrejas da diocese de Lisboa, esta palestra pretende discutir o modo como as pinturas dos séculos XVII e XVIII veicularam o ideário eucarístico da Reforma Católica. Conferência por Paulo de Campos Pinto.




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CAÇA AO TESOURO
AVEIRO, Oiã, Igreja Matriz
21 de Outubro 2017, 15h00-17h00
Jogo destinadao a infância, adolescência e juventude. Os grupos participantes terão entre 5 a 7 elementos e o tempo da "caça", com a subida à torre da igreja, será de aproximadamente 30m. Em simultâneo, a jogarem, tentaremos ter grupos da catequese da infância, da adolescência e jovens, (serão atribuídos prémios aos que acertarem no maior número de respostas).




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O PROJETO E OS ROSTOS DA INVENTARIAÇÃO DO PATRIMÓNIO ARTÍSTICO-RELIGIOSO DA PARÓQUIA DE SOZA
AVEIRO, Soza, Igreja Matriz
21 de Outubro 2017, 20h30
Com este evento, iniciar-se-á o trabalho de inventariação nesta Paróquia, apresentando a esta Paróquia quer o grupo de trabalho quer os passos e metodologia a seguir.




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SARAU MUSICAL
AVEIRO, Oiã, Igreja Matriz
21 de Outubro 2017, 21h00
Sarau musical, assegurado pela paróquia de Oiã.




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ABERTURA EXCEPCIONAL DO CORO ALTO DO MOSTEIRO DE SANTA CLARA-A-NOVA
COIMBRA, Mosteiro de Santa Clara-a-Nova
21 de Outubro 2017, 10h30
Abertura excepcional do coro-alto, com visita guiada. Entrada: 10€.




 dnbci17 coimbra sta isabel

RECITAL PELA CAPELA GREGORIANA PSALTERIUM
COIMBRA, Igreja da Rainha Santa Isabel
21 de Outubro 2017, 21h30
Entrada Gratuita.




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VISITA ACOMPANHADA À EXPOSIÇÃO A BELEZA DA MÃE DE DEUS
SANTARÉM, Museu Diocesano
21 de Outubro 2017, 15h00
Visita conduzida por P. António Pedro Boto de Oliveira, docente de Arqueologia e Arte Cristã e Estética e Teologia na Universidade Católica Portuguesa, e de Arte e Património no Ano Pastoral no Seminário Maior de Cristo-Rei (Olivais).




 dbci2017 santarem livrocapa

GUIA DA EXPOSIÇÃO E CAMPANHA PARA AS INTERVENÇÕES DE CONSERVAÇÃO E RESTAURO NA DIOCESEA
SANTARÉM, Museu Diocesano
21 de Outubro 2017, 16h00
Apresentação do Guia da Exposição e da Campanha de Angariação de Fundos para as intervenções de Conservação e Restauro a decorrer nas paróquias da Diocese de Santarém.


Conheça aqui todas as actividades
dnbci17 dia 19 a 21

espalhem esta belíssima ideia e executem-na, se fazem favor...!

Este ano porque é que as escolas, câmaras, juntas e/ou empresas não oferecem a todas as crianças em vez do tradicional brinquedo de Natal uma árvore para plantar??? Este ano mais que nunca temos que lutar para voltar a ter pulmão verde no nosso Portugal! Fica o desafio! Vamos trocar o brinquedo e plantar uma árvore 🌲


façam-no...

nota:
esta ideia foi 'pescada' no facebook e publicada por uma das minhas irmãs (não sei se é a fonte original, o que no presente caso é indiferente) e decidi publicá-la aqui no blogue para atingir um público mais vasto...

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

dos acordismos... em desacordo absoluto, sempre...!

«UM SEGREDO: NINGUÉM GOSTA DO AO90, NEM SEQUER OS SEUS DEFENSORES…»

 

Anda por aí a circular uma petição que visa mudar o nome da língua no Brasil, de Língua Portuguesa para “língua brasileira”, visto que, dizem os Brasileiros, possuir características que diferem do Português Europeu.

Ora já andei por lá a dizer das minhas, e por lá andou também o Ja Sousa, da Universidade Nova de Lisboa, a dizer das dele.

E é a sua excelente argumentação, deitando por terra o AO90, que passo a transcrever:


Os Portugueses navegaram por mares nunca dantes navegados, deram novos mundos ao mundo, e neles deixaram, como herança, a riqueza da Língua Portuguesa. Uns souberam honrar essa herança. Outros, nem por isso…


NAVEGANDO.jpg

 Texto de Ja Sousa
(Universidade Nova de Lisboa

«#1 - A mim interessa-me pouco que os brasileiros "não saibam escrever Português" ou coisas do género, até porque não é a sua Língua; o que me interessa mesmo é que não haja intrujões a querer transformar o Português numa Língua trapalhona para ficar igual ao Brasileiro. Cada Língua é como é, e ponto final.

#2 - Confesso que fico arrepiado com demonstrações de ignorância que tenho visto por aqui (nos comentários à Petição) atribuindo ignorância aos outros trocando fundamentações por insultos;

#3 - Um segredo: ninguém gosta do AO90, nem sequer os seus defensores, e não é por falta de inteligência, mas porque o referido AO é completamente indefensável; os seus defensores baseiam-se em vez disso em raciocínios de ser (supostamente) muita gente a falar "Português" como se fosse um critério numérico que dá prestígio, de ser mais fácil de aprender (supostamente) uma Língua mutilada, e evitam discutir o facto de o AO90 ser completamente mentiroso e incoerente (como já foi reconhecido por um dos seus autores, Malaca Casteleiro). O problema é que toda a gente quer acabar com ele mas ninguém quer ficar com a responsabilidade, especialmente portugueses e brasileiros;

#4 - Mencionei que do ponto de vista do Direito, a implementação do AO90 tem sido uma sucessão de golpes, atropelos e ilegalidades? Viola a Constituição Portuguesa e o Direito Internacional, e foi abusivamente implementado em Portugal por uma resolução do Conselho de Ministros?

#5 - A renomeação da Língua falada no Brasil não é uma coisa nova; já esteve em discussão no Senado Brasileiro nos anos 30 do Século passado, Senado que foi dissolvido pelo golpe de Getúlio Vargas. O seu proponente, Edgard Sanches, publicou depois um extenso trabalho desenvolvendo a sua fundamentação. E alguém se lembra que a defesa da Língua Brasileira foi uma das bandeiras de José de Alencar, embora tenha havido quem tenha querido transformar a suas ideias em apenas "literatura brasileira" (Evanildo Bechara, um ex-opositor ao AO90 convertido em defensor)?

#6 - Peço desculpa mas vou-me eximir a comentar como me apeteceria o que escreveu A favor do Acordo Ortográfico, porque considero insultuosa e desonesta a ideia de que é mais importante um lugar qualquer num pódium de Línguas do que a própria verdade da Língua; a equivalente desportiva deste raciocínio seria que é mais importante ganhar, mesmo com todo o doping e truques desonestos que se usou para isso. Avalie-se o lodo e a indigência intelectual em que nada a sustentação do "Português... do Brasil" e o Acordismo ao seu serviço, e limito-me a citar:

"Se, de um dia para o outro, a língua falada e escrita no Brasil deixasse de ser o português, deixaríamos de ser a 6ª língua com mais falantes nativos do mundo, e passaríamos a ser, talvez, a 20ª ou a 30ª. Daqui a 30 ou 40 anos, surgiriam novas línguas (o angolano, o moçambicano...). E nós (os portugueses) ficaríamos outra vez sós, pequeninos, esquecidos e isolados. E pelos vistos há que prefira que assim seja... em nome de ideais românticos de pureza ortográfica."

Por mim, e como se diz, prefiro ser “pobrezinho, mas honrado". Mas cada um faz as suas escolhas. E acabei aqui.»

Fonte:

daqui...

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

terça-feira, 15 de agosto de 2017

curiosidades na educação...





nota -

todas as informações relevantes encontram-se no nome do ficheiro de imagem...

o apontamento é de um dos meus tios paternos.

domingo, 13 de agosto de 2017

àcerca da educação e do professorado...



in fb...

comentário:

devo dizer que, salvo em alguns exercícios matemáticos e outras pequenas questões públicas, fiz uma série tão grande de afirmações sobre educação nas redes sociais, essas reservo-as para os meus trabalhos (que ainda são alguns) e que circulam aí pela rede...

outras conversas mais extensas são-no e foram feitas em conversa privada, e há muita gente que o pode atestar...!

:-)

domingo, 18 de junho de 2017

a ciência e tecnologias na história... 'gato por lebre'...?

"Veja aqui como ardem estes dois tipos de materiais usados como isolamento nos edifícios e até nos carrinhos de bebé, bem como nos bancos dos veículos, autocarros e barcos.

O sistema "capotto" e as fachadas isoladas e ventiladas, parecem muito bonitas, mas já alguém se questionou sobre a qualidade e especificidades da sua aplicação, bem como sobre a segurança que é requerida?

Há muito empreiteiro e biscateiro que não sabe o que faz, tal como há muitos autarcas que só querem é mostrar a cara do prédio ou bairro social, lavada para conseguir votos. Por outro lafo, os investidores e empreiteiros (incluindo os biscateiros) querem é (re)construir o mais rapido e mais barato possível para receber o máximo de retorno. 

Alerto que os bairros sociais portugueses, entre outros edifícios antigos, designadamente nos Centros Históricos, estão a ser forrados com um embelezamento muito perigoso e até criminoso.  Na gande maioria dos casos só fazem uma lavagem de cara, mas todo o corpo, ou seja, a estrutura e os cuidados de segurança,  são esquecidos. 

Por isso pergunto:
● Quem verifica e certifica a estrutura que passa a ficar escondida e a boa e segura aplicação dos materiais?
● Quem verifica e certifica os requisitos tecnicos e a segurança? 
● Quem tem a responsabilidade de verificar a estrutura antes de forrar o imóvel e de avisar o proprietário ou inquilino sobre os riscos estruturais e de incêndio? 
● Terão os cidadãos consciência dos riscos que correm? Se não são técnicos, não têm. Logo, alguma entidade tem essa responsabilidade.

Todos hoje sabemos e vemos que o "capotto" e gesso cartonado tapam tudo e deixam o imóvel muito bonito, mas é necessário verificar e (re)validar a estrutura do prédio, saber aplicar, que materiais aplicar e garantir todos os requisitos de segurança do imóvel e sobretudo contra derrocada e contra incêndio.  

Espero que, quem de direito, autarcas, empreiteiros, arquitectos, engenheiros e protecção civil, ...,  tomem os necessários e devidos cuidados, sendo que serão os responsáveis pelas futuras mortes.

Aqueles que andam por aí a aplicar estes materiais informem-se e qualifiquem-se devidamente, sob pena de também virem a responder pela negligência e pelas consequências causadas.

Sejam conscientes e avisem os proprietários sobre as estruturas que encontram e que vão cobrir/esconder. O perigo espreita e as consequências podem ser devastadoras, tal como observamos agora em Londres.

Tenho vindo a defender um modelo de Inspecção Periódica Obrigatória para a Habitação, tal como fazemos hoje com os nossos carros e motociclos, devendo os arquitectos e engenheiros,  juntamente com os bombeiros/protecção civil, desenvolver esse trabalho de modo continuado e de forma mais aprofundada e, sobretudo, sempre que se vende ou restaura um imóvel mais antigo.

Nenhum imóvel deveria poder ser reabilitado nem habitado sem a inspecção periódica obrigatória em dia.  E, à medida que os imóveis envelhecem, a inspecção deveria ser mais exigente e aprofundada, bem como realizada por períodos mais curtos, até que ocoresse uma nova reabilitação e certificação estrutural e de segurança global.
Tal como fazemos hoje com as viaturas, sempre que um imóvel não reunir os requisitos habitacionais ou comerciais determinados,  "abate-se" e, sempre que justificável,  apoia-se os proprietários mais carenciados em todo este processo de aquisição e/ou reabilitação do imóvel. Não é assim que ocorre o apoio ao abate de viaturas? Porque não fazer o mesmo com as habitações?  É que estas são mais importantes que os carros."


maxresdefault.jpg 



pode ler o resto do artigo aqui.

sábado, 17 de junho de 2017

aos trinta anos...

o novel viandante das sete partidas, como lhe chamaria o avô, chegou de jacarta há uns dias para festejar connosco, ontem, o seu trigésimo aniversário...

e para lá vai regressar para mais um ano de labuta.




nota do autor -

nunca foi meu hábito publicar fotografias de outros familiares que não fossem exclusivamente aquelas que me servem de identificadores nas várias publicações, incluindo nas redes sociais, nas quais também utilizo 'avatares' que têm a ver com figuras da banda desenhada a meu gosto...

esta é uma excepção e não pedi autorização ao meu filho para a publicar.

ainda não sei se vou continuar a manter esta política de privacidade 'tout court' ou se, tendo agora bastante material sobre a família, me vou atrever a realizar uma cronologia pictórica e descritiva das nossas vidas.

dixit.

domingo, 7 de maio de 2017

em todas as estações e a uma qualquer mãe, passado, presente ou futuro...

a minha parca vida tem sido regido por algumas coincidências, umas boas e outras não tão agradáveis quanto isso, mas enfim...

como já tinha anunciado em entrada anterior veio parar-me às mãos poesia do ary dos santos assim como um desenho, supostamente da sua autoria e lendo um dos sonetos 'sonata de outono' lembrei-me que era uma boa altura para homenagear as mulheres-mães...

esta é uma coincidência daquelas que auguram bons presságios, ingrid bergman fez o seu último papel no filme 'a sonata de outono' numa grandiosa actuação para um dos mestres do cinema que merece o meu respeito e admiração, não só pelos variados e excelentes filmes que realizou e em que demonstrou conhecer a mulher como nenhum outro (quem conheça a sua filmografia sabe do estou a falar), claro que me estou a referir a ingmar bergman...

dado que sempre gostei do ary dos santos porque não pegar no outono da vida e dar-lhe, talvez, um outro sentido imagético à intemporalidade da maternidade e às mães que todos tivémos... infelizmente a minha (tal como o pai) já se foi mas paira por aí a cuidar da sua prole para que não asneirem em demasia já que a vida é curta de mais para perdermos tempo em demasia com minhoquices, o que tem sido a minha sina (e a de uma das minhas irmãs) nestes últimos, quase, três anos.

ninguém esquece uma mãe, muito menos a sua...!

e disse...



 

terça-feira, 25 de abril de 2017

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

e por que hoje é dia...





nota -

não que me sinta para aqui muito voltado, para afectos, carinho e meros abraços, mais ou menos reconfortantes, mas as minhas luzes são e estão demasiados cinzentas e carregadas de energias negativas... e o espírito é fraco.


mas que viva s. valentim para todos.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

a partir das 20 desligo o móvel mas tenho o fixo à mão, que atendo ou não consoante quem está a ligar...






Pais, professores e educadores vivem cada vez mais no dilema de saber como ser exemplo construtivo e exercer a sua influência com autoridade e eficácia. Como ajudar a crescer, como fortalecer o caracter, como reforçar valores e competências, como fazer para que crianças e jovens se tornem adultos confiantes, seguros, realizados e felizes. Mais: capazes de fazer outros felizes e ajudar outros a crescer, influenciando-os também de forma positiva.
Sabemos que humanamente todos temos uma inclinação natural para repetir os modelos educativos que tivemos na infância e juventude e, daí, haver tantos adultos que apesar de terem sido filhos maltratados, se tornam pais maltratantes. Felizmente tudo isto se conjuga pela positiva e, nesta lógica, também os filhos de pais que confiaram e responsabilizaram, se tornam pessoas confiáveis e responsáveis.
Vem isto a propósito de uma sucessão de encontros de pais, professores e educadores em escolas e centros educativos dentro e fora de Lisboa, onde me pedem para participar com regularidade. Alguns dos temas mais recorrentes destes encontros são, inevitavelmente, o exemplo que damos e os castigos que aplicamos. Ou, posta a questão de forma menos punitiva, o registo, o tom e a atitude mais justos e mais eficazes para educar para os valores e orientar a personalidade. Não há respostas definitivas, claro, nem pistas infalíveis. Cada caso é um caso e só na história de cada um se consegue encontrar aquilo que faz sentido e é justo.
Aprendo muito nestes encontros, com as partilhas de muitos pais presentes, com as exposições e questões dos professores e educadores. Ouço episódios trágicos e cómicos, mas também me confiam muitas situações difíceis de suportar no dia a dia, que acabam por se converter em braços de ferro tensos, muitas vezes vividos em excessos verbais, mas também num silêncio ressentido, sem palavras, num tempo sem qualidade e em relações cada vez mais degradadas.
Não podemos esquecer-nos de que estamos a falar muitas vezes de famílias desfeitas e refeitas, de filhos só a viver com a mãe ou só com o pai, de crianças e jovens que vivem entre várias casas e de um dia para o outro herdam ‘irmãos’ crescidos, que apesar de serem desconhecidos chegam e ocupam o espaço físico e emocional, pois muitos filhos não vivem com os seus próprios pais ou mães, embora estes vivam diariamente com os enteados em casa (muitas vezes a invadirem os quartos que deviam ser dos filhos), enfim não podemos abstrair desta realidade-real que altera tanta coisa e transtorna quase sempre a desejada coerência pedagógica.
Nos primeiros anos importa saber dizer não, sem a tentação imediata e recorrente de compensar os filhos pelas ausências mais ou menos prolongadas, pelas separações ou divórcios. Todos os pais querem ser amados e respeitados pelos seus filhos, mas os filhos querem exactamente o mesmo: amor e respeito. Acontece que mais facilmente obtêm amor que respeito. Mesmo os bons pais – diria mesmo os melhores pais do mundo – têm alguma dificuldade em encontrar um ponto de equilíbrio relativamente ao respeito que devem aos seus filhos. Podem pensar que exagero, mas infelizmente a realidade prova o contrário. De que forma? Já veremos.
Vivemos numa vertigem de tempo, com horas a menos e compromissos a mais, num ritmo incessante de ‘casa-trabalho-trabalho-casa’, mais os transportes públicos e todas as obrigações domésticas, para não falar dos cúmulos de imperativos familiares das famílias (desfeitas e refeitas, insisto). Vivemos esta vida de doidos e, de certa forma, achamos que somos salvos pelo facto de termos telemóveis onde podemos ler mails e responder de imediato às urgências, bem como despachar trabalho e até ter reuniões em casa, no carro ao nos transportes públicos com pessoas que mesmo estando do outro lado do mundo, podemos ver cara a cara. Ou seja, vivemos na ilusão de que por estarmos ligados a tudo conseguimos chegar a todos os que precisam de nós. Filhos incluídos.
Na realidade conseguimos chegar a quase tudo e quase todos, mas descuramos muitas vezes os nossos. Pais e filhos ficam muitas vezes no fim da lista de obrigações e são os mais prejudicados pela nossa impaciência e indisponibilidade crónicas. Acontece-nos muitas vezes chegar a casa no pico mais alto dos nervos ou no ponto mais baixo da tolerância. Chegamos a casa e precisamos que nos deixem aterrar, se possível que não falem connosco nem nos exijam muita atenção. Ora acontece que até certas idades, os filhos esperam pela hora da nossa chegada a casa para matar saudades, para fazer perguntas (e birras!), para virem com todo o tipo de perguntas e exigências. E nós? Nós respondemos com impaciência, fingimos que ouvimos o que dizem, mas damos respostas vagas ou inconsistentes, e fechamos portas para, de certa forma, nos isolarmos um pouco no nosso mundo.
O respeito pelos filhos passa muito por aqui, hoje. Por lhes darmos amor, tempo e atenção, mas acima de tudo prioridade. É essencial que os filhos de todas as idades sintam que são a prioridade total e absoluta dos seus pais ou de quem os substitui. Se voltarmos a casa invariavelmente colados ao telemóvel, sem capacidade de os acolher, de os ouvir, de os ter como primeira e última prioridade, não nos podemos queixar. Acontece vezes demais sermos tentados a atender uma chamada, mesmo quando estamos com alguém que está fisicamente presente, que chegou primeiro e está a precisar da nossa atenção. Quantas vezes por dia não invertemos esta prioridade? Quantas vezes não suspendemos uma conversa porque alguém nos liga? E quantas vezes os nossos filhos não desistem de tentar ter a nossa atenção por saberem que vão ter que esperar como quem é obrigado a voltar para o fim da fila?
Está mais que estudado que nesta era da comunicação, em que estamos todos ligados e virtualmente próximos, podemos sentir-nos realmente muito distantes e viver uma solidão acompanhada, que é a pior forma de solidão. E se estes estudos estão feitos e publicados, que podemos fazer perante as conclusões? Ter mais atenção à maneira como usamos os telemóveis e apps que nos prendem a atenção, sobretudo quando nos distraem do essencial.
Neste sentido e porque o tema é o respeito que devemos aos nossos filhos, vale a pena desligar o telemóvel quando chegamos a casa, por exemplo. Ou até mesmo desligar a chamada pedindo compreensão ao interlocutor, justamente por estarmos a entrar em casa, onde temos filhos ou pais e familiares que nos esperam ao fim de um longo dia. Os filhos também se maçam nas escolas e também têm dias stressantes, não são só os pais que trabalham. E, por isso, precisam tanto dessa atenção reparadora. O mais extraordinário é perceber que só por desligarmos os telemóveis e, de certa forma, nos desligarmos do mundo para nos ligarmos só a eles, os nossos filhos ficam muito mais tranquilos e seguros. Parece magia.
Como podemos exigir respeito se nem sempre respeitamos os ritmos e as necessidades daqueles a quem pedimos esse mesmo respeito? Ser mais velho não é estatuto nem garante autoridade. Ter supremacia física também não é argumento, e passar o tempo a dizer ‘sim porque sim!’ ou ‘não porque não e porque sou eu que mando!’ também não é modo de vida. Assim sendo, há pequenos gestos que fazem toda a diferença e um deles é este de dar a prioridade absoluta aos nossos. Por incrível que pareça, se começarmos a desligar ou a não atender telefonemas nas horas mais críticas como o fim do dia, quando voltamos a casa, durante as refeições e nas horas de estudo, bem como ao deitar, os nossos filhos (e os nossos pais, mulheres, maridos e todos os que vivem connosco!) agradecem e mudam. Uns deixam imediatamente de fazer birras, pois passados 10 ou 15’ da nossa atenção, desligam naturalmente e vão brincar ou fazer outras coisas. Outros passam a viver com a certeza de que são ouvidos e atendidos. Outros, ainda, assumem que são realmente a prioridade dos seus pais e isso enche-os de segurança.
Parece fácil demais? Só experimentando e vendo os resultados se percebe que é uma matemática infalível, tipo 2+2=4. Aprendi esta técnica de comunicação parental e confesso que tento cumpri-la, embora nem sempre seja fácil. Mais: aprendi com especialistas em matérias comportamentais que podemos até sublinhar estes pequenos gestos, acentuando o que pretendemos acentuar, que é a certeza de que nada nem ninguém é mais importante que os nossos filhos! Como? Dizendo expressamente e de forma que eles possam ouvir, qualquer coisa do tipo: “desculpe, mas agora tenho que desligar porque estou a chegar a casa e os meus filhos já estão à minha espera!”.
É fácil conferir tudo isto na prática, especialmente se formos coerentes e consistentes neste pequeno-grande gesto e nos mantivermos fiéis à promessa de resistir a trocar prioridades. Posso garantir (através da minha experiência e de muitos outros pais, casados ou separados) que passado pouco tempo os filhos mais pequenos estão a fazer muito menos birras e os mais crescidos estão mais capazes de ter conversas que só temos quando há tempo e disponibilidade para as ter.

 no observador...

nota - e agora não tenho filhos pequenos, mas o sistema é exactamente o mesmo...