quinta-feira, 24 de Julho de 2014

leitura [educação]... [o guia] lançamento do ano lectivo 2014 - 2015 [para consulta]...!

ige [mec] 2014_lançamento do ano lectivo 2014 - 2015 [21 jul].pdf

leitura [educação]... versão consolidada [segundo a fne] do contrato coletivo de trabalho [para consulta]...!


informações [educação]... [mais um referencial ?] educação para a segurança, defesa e paz... no boletim do cirep...!

Informações Gerais

Referencial de Educação para a Segurança, a Defesa e a Paz para a Educação Pré-Escolar, o Ensino Básico e o Ensino Secundário

A Direção-Geral da Educação (DGE) elaborou, em parceria com o Instituto de Defesa Nacional (IDN), no contexto das Linhas Orientadoras de Educação para a Cidadania, uma proposta de Referencial de Educação para a Segurança, a Defesa e a Paz para a Educação Pré-Escolar, o Ensino Básico e o Ensino Secundário.

Esta proposta de Referencial está em discussão pública até dia 8 de agosto de 2014.

Apela-se à participação de todos nesta reflexão e discussão, nomeadamente dos educadores e professores e estruturas de gestão pedagógica dos agrupamentos de escolas/escolas não agrupadas.

Pretende-se que este Referencial constitua, no quadro da Educação para a Cidadania, o documento orientador para a implementação em contexto educativo das questões emergentes da globalização contemporânea, que colocam novos desafios à preservação da segurança e da paz individual e coletiva, nacional e internacional, contribuindo para elevar o nível de conhecimentos da população escolar e para a adoção de comportamentos adequados à criação de um ambiente de segurança e à construção de uma cultura de paz.


Encontro Verde 2014

A Associação Nacional de Professores (ANP) - Secção Sousa e Tâmega em articulação com as escolas da sua área de influência e autarquias, vai realizar nos dias 5 e 6 de setembro de 2014, no auditório da Casa da Portela, na cidade de Amarante, o Encontro Verde 2014 subordinado ao tema "Educação para o Desenvolvimento Sustentável em meio urbano".

Este evento tem como principal finalidade proporcionar um espaço de discussão, reflexão e ressignificação de práticas docentes no domínio da educação ambiental.

O Encontro destina-se a:
  • Docentes de todos os níveis de ensino e áreas disciplinares;
  • Docentes do Pré-escolar (grupo 100) e do Ensino Básico e Secundário (grupos 110, 230, 420, 510 e 520).


nota: estas informações são uma transcrição directa do boletim, logo respeitam o ao... infelizmente...!

legislação [educação]... acesso ao ensino superior [rectificação]... no boletim do cirep...!

Boletim Informativo n.º 100 – 24/07/2014

Publicado em Diário da República
Declaração de retificação n.º 760/2014. D.R. n.º 141, Série II de 2014-07-24, do Ministério da Educação e Ciência - Comissão Nacional de Acesso ao Ensino Superior
Retifica a deliberação n.º 1175/2014, de 29 de maio.
 
 
nota: estas informações são uma transcrição directa do boletim, logo respeitam o ao... infelizmente...!

e o que acrescenta a fenprof... sobre a realização da 'pacc'...!

"Mais um episódio da teimosia e do revanchismo de um ministro que não tem condições para o ser

A FENPROF saúda todos os docentes que participaram nas muitas reuniões sindicais convocadas para a manhã de hoje em dezenas de escolas do continente. Saúda todos os que, mesmo perante as pressões ilegítimas de que foram alvo por parte do MEC, rejeitaram vigiar colegas compelidos a realizar uma prova dita de avaliação que não tem qualquer justificação séria. Saúda também todos aqueles que, tendo sido convocados para fazerem a prova, recusaram a praxe humilhante a que Nuno Crato, a sua equipa e o seu governo os quis, mais uma vez, submeter, afrontando e desrespeitando toda a profissão docente.

Escolas públicas estiveram hoje vigiadas e ocupadas pela polícia, situação inaudita no Portugal Democrático. Por ordens do MEC, foram dificultadas e impedidas reuniões sindicais, em flagrante violação de direitos constitucionalmente garantidos. Coação e intimidação serviram para forçar professores a cumprir a injustificada vontade do MEC. Mais uma vez, foi escandaloso o desrespeito do MEC pelas normas que ele próprio estabeleceu e a completa indiferença por regras mínimas de equidade. Registou-se a exclusão, até agora não explicada pelo MEC, de candidatos, assim como muitos outros atropelos e irregularidades. Estas são marcas indeléveis da prova que Nuno Crato voltou a querer aplicar a professores profissionalizados, muitos já com anos de serviço, sucessivamente avaliados no seu desempenho e repetidamente sujeitos a períodos experimentais nos contratos a termo que têm celebrado com o MEC.

Depois de um agendamento furtivo que violou prazos legais e que se socorreu de expedientes como o da produção de efeitos de um despacho em data anterior à sua publicação, tudo valeu para que, num ato de teimosia e revanchismo sobre os professores, Nuno Crato voltasse à carga com a sua PACC. No entanto, a luta dos professores respondeu de novo à provocação, tornando claro que não se deixarão subjugar mesmo perante o despotismo desta equipa ministerial.

Um ministro que assim se comporta, que atua com evidente falta de ética democrática, não tem condições para ocupar o cargo. Por maioria de razão, Nuno Crato deveria demitir-se.

As situações que ocorreram em muitas escolas são, de facto, ilustrativas da falta de rigor e até de bom senso de quem quis que, a todo o custo, a prova se realizasse. De norte a sul, as situações foram as mais absurdas, algumas graves do ponto de vista legal e mesmo democrático, pelo que a FENPROF irá, em muitos casos, agir no sentido de ser desencadeada ação disciplinar, apresentando queixa na Inspeção Geral de Educação e Ciência, e, em outros, junto do ministério público.

A prioridade, neste domínio, será apresentar queixa-crime contra o diretor da DGEsT, tendo em conta o teor da circular que fez chegar às escolas na segunda-feira, dando ordem aos diretores para que tomassem medidas que, na prática, inviabilizariam a realização de reuniões sindicais devidamente comunicadas.

Relativamente ao que se passou nas escolas destaca-se, desde logo, a elevada participação de professores nas reuniões sindicais – em algumas escolas como, há muito, não se via –, mas também, como antes se alude, a coragem de quantos, estando convocados para a PACC, decidiram não se submeter a mais esta humilhante prova.

Nas escolas, houve de tudo, desde salas praticamente vazias a professores que foram tornados “reféns”, por vezes, à guarda da polícia. Exemplos são muitos como se confirma pelo que a seguir se descreve:

Exemplos de Escolas onde as reuniões foram proibidas:

Escola Secundária S. Pedro (Vila Real)
Escola Secundária Inês de Castro (Gaia)
Escola Secundária Almeida Garrett (Gaia)
Escola Secundária de Valadares (Gaia)
Escola Secundária Filipa de Vilhena (Porto) (Nesta escola os professores elaboraram abaixo-assinado: “(…)os direitos dos professores foram completamente desrespeitados pelo MEC, pelo que os professores, coagidos pelas práticas antidemocráticas que se estão a tornar recorrentes, vêm, por esta forma   manifestar a sua indignação e exigir a demissão desta equipa ministerial”).
Escola Básica Pêro da Covilhã (Covilhã)
Escola Secundária Quinta das Palmeiras (Covilhã)
Escola Secundária Fernão Mendes Pinto (Almada)
Escola Secundária D. Pedro V (Lisboa)
EB 2.3 Mário Beirão (Beja)
EB 2.3 Santa Maria (Beja)
Escola Secundária D. Manuel I (Beja)
Escola Secundária Diogo Gouveia (Beja)
Escola Secundária de Valadares (Gaia)
Escola Secundária Gabriel Pereira (Évora)
Escola Secundária André de Gouveia (Évora) – neste caso houve mesmo agressão física e verbal por parte de agentes policiais contra os quais foi apresentada queixa no DIAP

NOTA: Por norma, nestas escolas foram identificados os responsáveis pela proibição de realização das reuniões e chamados os agentes policiais para anotarem a ocorrência. Serão agora desencadeados os necessários procedimentos legais.

Exemplos de escolas onde provas não se realizaram:

Secundária de Oliveira do Douro – Todos os vigilantes foram para a reunião sindical. Prova não se iniciou.
Agrupamento D. Afonso Henriques, Guimarães -  Vigilantes insuficientes; 38 professores convocados – 37 participaram na reunião sindical, só 1 se apresentou. 3 salas, 1 vigilante por sala. O local da prova foi mudado para a cantina; houve muito barulho fora da escola (caixas e buzinas) e dentro da mesma (arrastar de mesas). Os colegas foram de novo para as salas. Depois das 12 horas, foi comunicado que a prova decorreria das 12h20 às 14h30. Professores recusaram, na sua maioria, esta solução, pelo que, pouco depois a Direção, reconhecendo a falta de condições, decide que a prova não pode ser realizada.
Escola Secundária de Santo André, Barreiro – Todos os vigilantes foram para a reunião sindical. Prova não se iniciou.
Escola B/S Santo António, Barreiro. Em quatro salas só funcionou uma porque os vigilantes participaram na reunião sindical.

Exemplos de escolas onde as provas se realizaram em condições irregulares:

Escola Secundária de Amares. Só foram convocados os vigilantes estritamente necessários. Houve deslocação de examinados de salas para a cantina e com a direção da escola a garantir a vigilância da prova. A prova iniciou-se depois das 11 horas. Alguns colegas contratados recusaram-se a fazer a prova nestas condições.
Escola Secundária Afonso de Albuquerque, Guarda. Iniciou-se com atraso significativo e com protestos por parte de muitos professores contratados. Os professores que protestavam foram isolados dos seus colegas e mantidos numa sala até ao final da prova, À guarda de agentes policiais.
Escola Secundária da Sé, Guarda. Houve intervenção da direção da escola nas salas onde se realizava a PACC, intimidando professores que reclamavam. As provas decorreram com a escola ocupada por agentes policiais. Os professores que não puderam realizar a prova em dezembro, foram impedidos de entrar na escola não constando os seus nomes em qualquer lista.
EB 2.3 de Mundão, Viseu. A prova realizou-se com 3 vigilantes para 4 salas que deveriam ter 8 vigilantes. Deveu-se o facto à participação dos professores na reunião sindical.
EB 2.3 de Abraveses, Viseu. Início tardio da prova. Os professores foram convocados para “serviço de exames” e ameaçados de falta injustificada, caso não respondessem à convocatória, exceto se justificassem a ausência com atestado médico. O diretor ainda pretendeu impedir e, depois, alterar o local de realização da reunião sindical, mas perante a iminência de ser identificado pela polícia recuou nesse intento.
Escola Secundária Alves Martins, Viseu. Professores que não puderam realizar a prova em dezembro, foram impedidos de entrar na escola por não sido notificados para a sua realização.
Escola Secundária Pinheiro e Rosa, Faro – Das 4 salas, em 2 a prova realizou-se com apenas 1 vigilante. Numa das salas a prova só se iniciou às 10.50 horas saindo os últimos professores contratados às 14 horas.
Escola Secundária Diogo de Gouveia, Beja – A prova só se iniciou já depois das 11 horas

Exemplos de baixa adesão por parte dos professores contratados à realização da prova. Alguns abandonando as salas outros não comparecendo à chamada, de que são exemplo as seguintes escolas:

Esc. Sec. Camilo Castelo Branco (Vila Real)
Esc. Sec. Morgado Mateus (Vila Real)
Esc. Básica 2,3 Diogo Cão (Vila Real)
Esc. Sec. Fernão de Magalhães (Chaves)
Esc. Sec. Dr. Júlio Martins (Chaves)
Esc. Sec. António Granjo (Chaves)
EB 23 do Viso (Viseu) – 80% dos docentes que deveriam realizar a prova não compareceu.
Esc. Sec. de Viriato (Viseu)
Esc. Sec. Alves Martins (Viseu)
EB 2.3 da Carreira (Leiria)
Esc. Sec. Pinheiro e Rosa (Faro)
Esc. Sec. Diogo de Gouveia (Beja)

O Secretariado Nacional da FENPROF
22/07/2014" 


aqui.

e o que diz a fne... sobre o acordo assinado [contrato colectivo de trabalho]...!

topo_cct_info


"A FNE, no âmbito de uma frente sindical de sindicatos da UGT concluiu com um acordo o processo negocial sobre o Contrato Coletivo de Trabalho para o ensino particular e cooperativo.

O atual contrato coletivo está em período de sobre vigência, até ao fim deste ano, na sequência da denúncia do contrato apresentado pela AEEP (Associação dos Estabelecimentos do Ensino Particular e Cooperativo). Ou seja, os docentes e não docentes deste sector em breve deixariam de ter um instrumento de regulação das suas condições de trabalho. Os trabalhadores ficariam nas mãos de cada um dos patrões dos estabelecimentos de ensino privado. Por um lado, uma parte da regulação das condições trabalho passariam a ser estabelecidas pelas regras do código de trabalho, mas uma outra parte da regulação das condições de trabalho seriam estabelecidas escola a escola, ao livre arbítrio do empregador.

A FNE e os sindicatos da UGT desenvolveram um grande esforço para a obtenção de um novo Contrato Coletivo de Trabalho. E conseguiram-no porque se teve sempre presente que era melhor lutar e empreender esforços para que houvesse um novo contrato coletivo, do que deixar os docentes e o pessoal não docente à sua sorte. Temos a consciência de que não temos um contrato igual ao anterior. A proposta de partida da AEEP apresentada há cerca de um ano era de um grande retrocesso para as relações laborais no ensino privado. Confrontámo-nos com matérias muito difíceis de negociar. No entanto, o processo decorreu com grande seriedade, grande capacidade de diálogo e uma enorme abertura para concertar posições quer do lado sindical, quer do lado patronal.

Com este novo contrato coletivo podemos afirmar que se chegou a um ponto de equilíbrio. Vencemos várias barreiras que se colocavam quase intransponíveis, mas estamos conscientes de que não foi possível debelar um ou outro obstáculo.

Com este processo é nossa convicção que os educadores, professores e pessoal não docente ganharam. Ganharam porque têm na mão um instrumento de capital importância para o desenvolvimento da sua carreira, da regulação dos tempos de trabalho e das relações laborais. Os trabalhadores estão mais protegidos com um contrato coletivo, porque se estabelece uma relação de forças mais equilibrada e regulada entre empregador e empregado.

O trabalho ainda não terminou. Durante os próximos meses continuaremos a trabalhar na consolidação de algumas matérias, nomeadamente na construção de uma carreira única para o pessoal docente e no desenvolvimento de uma tabela única que englobe todo o pessoal não docente."

 
> Folha informativa FNE (comparação da proposta incicial da AEEP e o resultado final das negociações) 
 


aqui.

coisas da educação (?)... 'colégios pequenos poderão reduzir salários até 15% para fazer face a dificuldades'...!



no público 'online'...



"A Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo (AEEP) não sabe quantos colégios poderão ter de avançar com cortes até 15% nos salários dos trabalhadores, para fazer face a dificuldades, mas garante que são “pequenos, têm baixas receitas e poucos alunos”.

Este “regime excepcional” é uma das medidas previstas no acordo firmado nesta quarta-feira entre a AEEP e a Frente de Sindicatos da UGT – Educação, que assinaram o novo contrato colectivo de trabalho para este sector do ensino. Mantêm-se os salários e o número de horas de trabalho para os professores do sector e, no caso dos não docentes, terão um aumento de 2% no salário.

De acordo com o comunicado enviado à imprensa, o acordo prevê “um regime excepcional para pequenos estabelecimentos de ensino em situação precária com vista a dotar estas organizações de um instrumento para fazer face a especiais dificuldades”. De acordo com a nota enviada, trata-se de uma “medida de promoção do emprego e de apoio solidário”. Na prática, significa que “pequenos colégios com dificuldades financeiras poderão fazer cortes até 15% nos salários de docentes e não docentes, desde que com acompanhamento dos sindicatos e da AEEP”, explica Rodrigo Queiroz e Melo. O director executivo não sabe precisar quantos colégios estarão nesta situação, mas garante que não constituem uma fatia representativa do sector: “São pequenos, com baixas receitas e poucos alunos”.

Quanto às restantes condições negociadas, o director executivo da AEEP, Rodrigo Queiroz e Melo, confirmou que o acordo prevê a manutenção, em 2014/2015, da situação salarial de 2013/2014, que o horário de trabalho dos docentes se mantém nas 35 horas semanais — das quais 22 são lectivas — e que as horas de cargos de coordenação pedagógica continuam na componente lectiva.
O contrato prevê ainda a criação de uma nova tabela “para a categoria A (professores licenciados e profissionalizados) que servirá de base, num futuro próximo, à criação de uma tabela única para todos os profissionais docentes, dignificando-se assim a situação das categorias B a F”, lê-se numa nota enviada à imprensa. Rodrigo Queiroz e Melo explica que, com isto, se pretende que “todos os docentes, independentemente das habilitações e do ciclo em que ensinam, serão integrados numa carreira única”. A medida só deverá avançar em 2015 e, garante o director executivo da AEEP, “não significará perdas monetárias para ninguém”: “Mas também não significa que passem todos os ganhar o mesmo, são é integrados todos na mesma carreira”, sublinha. Quem iria progredir este ano na carreira já não progride, ficando essa progressão adiada para 2015."



pode ler o resto da notícia... aqui.

hoje, eu estou de luto profundo...


n'o primeiro de janeiro...

dos vampiros...


no dn...

as coisas 'cráticas' da educação... da gestão casuística...?


no observador...

as coisas 'cráticas' da educação... da má educação...!

as coisas  não são públicas [relativamente à prova de dezembro], ainda anteontem foi realizada a 'segunda tentativa' de prova [pacc] e vem agora este 'ministro da educação virtual' lançar mais umas quantas atoardas sobre a qualidade dos 'futuros' candidatos a professores do sistema educativo...?

haja, no mínimo, decência [moral] política...


no cm...

quarta-feira, 23 de Julho de 2014

o pensamento do dia...


no público...

e continua a polémica [na educação]... o programa de português...!


no público...

leitura [educação]... o entretenimento do dia... a 'pacc' e os critérios de classificação...!

leitura [educação]... o entretenimento do dia... a 'pacc' 2...!

leitura [educação]... o entretenimento do dia... a 'pacc' 1...!

banda desenhada... o espião acácio... de relvas...!



nos idos de tintin de 1978...

[ainda] a revisão do dia de ontem... 'ministério diz que incidentes não dignificam os professores'...!


Ministério diz que incidentes não dignificam os professores
TEXTO JOANA PEREIRA BASTOS


<span><span class="arranquelegenda">PROTESTO</span> Cerca de 20 manifestantes invadiram a Escola Secund&aacute;ria Rodrigues de Freiras, em Cedofeita, no Porto, para boicotar a prova de avalia&ccedil;&atilde;o de professores <span class="creditofoto">FOTO RUI DUARTE SILVA</span></span>

PROTESTO Cerca de 20 manifestantes invadiram a Escola Secundária Rodrigues de Freiras, em Cedofeita, no Porto, para boicotar a prova de avaliação de professores FOTO RUI DUARTE SILVA

"Tutela lamenta perturbações em oito das 88 escolas onde ontem decorreu a prova de avaliação para docentes contratados e aponta o dedo aos sindicatos.

O Ministério da Educação (ME) lamentou os protestos ocorridos em alguns estabelecimentos de ensino contra a realização da prova de avaliação para professores contratados, considerando que os incidentes “não dignificam a classe docente”.

Em comunicado, a tutela explica que o exame não se realizou em apenas uma das 88 escolas onde estava previsto decorrer e por “insuficiências internas” – falta de docentes para vigiar a prova – que estão a ser investigadas pela Inspeção-Geral da Educação. Noutros cinco estabelecimentos de ensino, adianta o ME, “alguns manifestantes pretenderam, embora sem sucesso, pressionar os professores vigilantes e perturbar os candidatos”.

“São incidentes que não dignificam a classe docente e sabemos bem que os professores não se reveem nessas atitudes”, refere o Ministério, ressalvando que muitos manifestantes seriam, no entanto, “estranhos à profissão”. Além destes casos, houve ainda duas escolas em que os docentes que iam realizar a prova se recusaram a fazê-lo, depois de entrarem na sala e responderem à chamada.

No total, de acordo com o ME, dos 4120 docentes que estavam inscritos para realizar o exame – obrigatório para todos os professores contratados com menos de cinco anos de serviço que queiram concorrer para dar aulas no próximo ano letivo –1325 faltaram.

No comunicado, a equipa da 5 de Outubro aponta o dedo aos sindicatos, lamentando “as tentativas de desinformação” por parte de alguns dirigentes sindicais, que fizeram “declarações falsas”, declarando que a prova estaria suspensa.

“Tal como havia sido reafirmado segunda-feira pelo Ministério da Educação e Ciência, os pedidos de decretamento provisório de providências cautelares foram indeferidos (...) mas os referidos dirigentes sindicais continuaram a afirmar que a prova estava suspensa, perturbando os candidatos, sem sequer atender ao facto de que a difusão dessa falsidade poderia prejudicar gravemente os que queriam fazer a prova e que poderiam, inclusivamente, cancelar a sua presença com base nessa desinformação”, critica o ME."


no expresso diário... aqui.

o boneco do dia...


no dn...

'as iludências aparudem'...?


no expresso diário...

a visão 'crática' da coisa...?


informação [educação]... bolsas sociais... no boletim do cirep...!

Informações Gerais

Bolsas Sociais EPIS 2014

Consciente da sua missão fundacional - a inclusão social -, ainda mais relevante no período difícil que Portugal atravessa atualmente, a Associação EPIS pretendeu dar em 2011 um sinal adicional de estímulo e de apoio a escolas que tenham uma estratégia eficaz de promoção da inclusão social de jovens em risco de insucesso ou de abandono. Com esse objetivo, a EPIS lançou um programa de bolsas sociais para premiar boas práticas de inclusão social, que terá a sua 4.ª edição em 2014.

Em 2014, haverá 5 categorias de bolsas a atribuir, envolvendo processos de candidatura e critérios de seleção distintos:
  • CATEGORIA 1. Axa Corações em Ação, Deloitte, Extrusal, Fundação Galp. Boas práticas organizativas de inclusão social em escolas do Continente, Açores e Madeira, com Ensino Secundário ou com cursos profissionais de nível de qualificação equivalente.
  • CATEGORIA 2. BP Portugal, Fundação PT, Servier, Siemens e V Humana. Boas práticas organizativas de promoção da inclusão social de jovens carenciados e/ou em abandono escolar através da Educação, Formação e Inserção Profissional.
  • CATEGORIA 3. Associação Paredes Pela Inclusão Social. Mérito académico no Ensino Secundário, no concelho do Paredes.
  • CATEGORIA 4. Banco BIC. Mérito académico de alunos de origem africana no Ensino Secundário.
  • CATEGORIA 5. Fundação Rocha dos Santos. Bolsas de mérito para o ensino superior.

As candidaturas decorrem até 12 de setembro de 2014.


nota: estas informações são uma transcrição directa do boletim, logo respeitam o ao... infelizmente...!

legislação [educação]... das irrelevâncias...?


no dre...

acicatando a coisa...?


no observador...

para quem se interessar... a prova e os critérios...!

22 Julho 2014
Prova de Avaliação de Conhecimentos e Capacidades - PACC
Disponibilizam-se os enunciados e os critérios de classificação da PACC



Prova - 100005 - 100006 - Critérios de classificação (aplicada a 22 de julho de 2014)

a revisão do dia de ontem... de um editorial 'avaliação de professores'...!


no dn...

a revisão do dia de ontem... 'o que era perguntado na prova'...!



no dn...

a revisão do dia de ontem... 'solidariedade mais eficaz do que boicote e protestos'...!


no dn...

a revisão do dia de ontem... 'polémicas de um dia em cheio'...!


no dn...

a revisão do dia de ontem... 'mais de 3000 professores de fora após duas provas'...!


no dn...

terça-feira, 22 de Julho de 2014

coisas da educação [psicologia infantil]... sociedade, valores, parentalidade e crianças...!


no observador...


"É provável que tenha perguntado recentemente ao seu filho se fez os trabalhos de casa, ou qual a nota que tirou no teste. Mas quando foi a última vez que lhe fez uma pergunta sobre generosidade e partilha? De acordo com as conclusões de um novo estudo do projeto Making Caring Common, as mensagens que os adultos estão a enviar aos filhos centram-se mais no alcance de objetivos do que na preocupação de criarmos boas pessoas. Para inverter a situação, a equipa de Harvard recomenda seis princípios gerais para educar os filhos com carinho, respeito e ética.

O estudo, intitulado “As crianças que queremos educar“, começa por afirmar que os miúdos não nascem simplesmente bons ou maus, e que nunca devemos desistir deles. A ideia a transmitir é a de que é sempre possível alguém tornar-se numa boa pessoa, e que esse trabalho começa na infância.

“As crianças precisam de adultos que as ajudem, em todas as fases da infância, a tornar-se solidárias e éticas”. É preciso desenvolver nas crianças “a preocupação pelos outros”, não só porque é o correto, mas também porque sentir empatia e assumir a responsabilidade perante outros é uma grande ajuda no caminho para o sucesso e para a felicidade. Isto porque , no mundo do trabalho, o sucesso depende muitas vezes das colaborações que estabelecemos com os outros, e as crianças que têm empatia por outras pessoas e consciência social serão também melhores colaboradores.

Depois de uma pesquisa e de experiências analisadas junto de algumas famílias, a Making Caring Common, da Harvard Graduate School of Education, recomenda seis princípios gerais com um conjunto de marcos para criar os filhos carinho, de respeito e de ética.

1. Seja um mentor e um modelo forte
As crianças aprendem valores e comportamentos através da observação dos adultos que elas mais respeitam: os pais.

Tente isto: Envolva-se em serviço comunitário ou noutras formas de contribuir para a comunidade. Melhor ainda, pense fazer isso com o seu filho. Quando cometer um erro que afete a criança, converse com ela sobre por que acha que o cometeu e como pretende evitar cometer o erro da próxima vez.

2. Faça do cuidado com os outros uma prioridade 
Os pais devem explicar que a preocupação com terceiros é de extrema importância, tanta quanto a nossa própria felicidade. “Embora a maioria dos pais diga que o cuidado com os outros é uma prioridade para os seus filhos, eles não estão a receber essa mensagem”.

Tente isto: Em vez de dizer aos seus filhos que “o mais importante é que sejas feliz”, diga que “o mais importante é que sejas gentil e feliz”. Tente também abordar o assunto quando outros adultos importantes para a vida do seu filho estejam presentes, por exemplo, perguntar à professora se o filho é um bom membro da comunidade, em vez de perguntar apenas pelo aproveitamento escolar. E se um dia ele quiser desistir de uma equipa desportiva, de uma banda ou de uma amizade, fale sobre isso. Pergunte se a desistência não vai prejudicar o grupo e encoraje-o a resolver os problemas.

3. Crie oportunidades à criança para que possa praticar atos de carinho e gratidão
Boas pessoas todos podemos ser, mas isso não acontece do nada. As crianças precisam praticar o cuidado com os outros, a gratidão e a apreciação pelas pessoas que as tratam bem. “Estudos mostram que pessoas que têm o hábito de expressar gratidão são mais propensos a ser úteis, generosos, a ter compaixão e a perdoar”, escreve a Making Caring Common. Tudo isto ajudará a criança a crescer mais feliz e saudável.

Tente isto: Espere que as crianças ajudem de forma rotineira, por exemplo, com as tarefas domésticas, e elogie apenas atos menos comuns de bondade. Quando este tipo de ações de rotina são simplesmente esperados e não recompensados, são mais facilmente interiorizados pelos mais novos. Fale também com o seu filho sobre os gestos de cuidado e indiferença, justiça e injustiça que ele vê no dia-a-dia ou na televisão.

4. Aumente o círculo de preocupação da criança
É normal que as crianças simpatizem mais com um círculo pequeno de familiares e amigos. O desafio aqui é fazer com que os mais pequenos aprendam a preocupar-se e a dar-se com pessoas fora do círculo, tais como um novo colega da escola ou alguém que não fale a mesma língua.

Tente isto: Incentive a criança a considerar os sentimentos daqueles que estão numa situação mais vulnerável. Pode também usar com os seus filhos histórias de jornais ou televisões para iniciar conversas com outras crianças sobre o que se passa no mundo e os problemas que meninos da mesma idade estão a passar, dando-lhes visões muito diferentes da realidade.

5. Ajude a criança a tornar-se numa pensadora e líder ética
As crianças interessam-se naturalmente por questões éticas e por norma gostam de melhorar a sua comunidade.

Tente isto: Aproveitando estes interesses dos mais novos, inicie com eles uma conversa sobre dilemas éticos que surgem, por exemplo, na televisão. Procure causas às quais a criança possa aderir, como a prevenção do bullying ou o apoio à educação de raparigas nos países em vias de desenvolvimento.

6. Ajude a criança a desenvolver o autocontrolo e a gerir os seus sentimentos 
Muitas vezes, a capacidade de nos preocuparmos com o outro é suplantada pela raiva, vergonha, inveja ou outro sentimento negativo qualquer.

Tente isto: Uma maneira simples de ajudar os seus filhos a gerirem os seus sentimentos é praticarem juntos estes três passos: parar, respirar fundo pelo nariz e expirar pela boca, e depois contar até cinco. Experimente quando os seus filhos estiverem calmos. Depois, quando estiverem chateados por alguma razão, lembre-os dos passos e pratiquem-nos em conjunto. Não se esqueça também de praticar com eles a resolução de conflitos. Falem sobre um conflito a que tenham assistido e que tenha acabado mal, e peça-lhe para sugerir soluções mais pacíficas e construtivas para resolver o problema."




para aceder às fontes... siga as ligações abaixo...


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                        New Research Report: The Children We Mean to Raise




The Children We Mean to Raise

Our youth’s values appear to be awry, and the messages that we’re unintentionally sending as adults may be at the heart of the problem.
According to our recent national survey, a large majority of youth across a wide spectrum of races, cultures, and classes appear to value aspects of personal success—achievement and happiness—over concern for others. At the root of this problem may be a rhetoric/reality gap, a gap between what parents say are their top priorities and the real messages they convey in their behavior day to day.

When children do not prioritize caring and fairness in relation to their self-concerns—and when they view their peers as even less likely to prioritize these values— there is a lower bar for many forms of harmful behavior, including cruelty, disrespect, dishonesty, and cheating.

The good news is that we found substantial evidence that caring and fairness still count among kids—and, according to other sources, among adults. 

The solution is straightforward, if we're all willing to work together.

mcc_the_children_we_mean_to_raise.pdf1.57 MB

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das coisas que interessam [e vai estar em discussão pública]... o irs...!


no dinheiro vivo...

"O anteprojeto da reforma do IRS prevê a substituição do atual quociente conjugal (em que o rendimento coletável é dividido por 2) por um quociente familiar (que tem em conta os dependentes na determinação daquele rendimento). De acordo com as contas apresentadas no documento, esta mudança deverá implicar um aumento médio de 46 euros no imposto a pagar por quem não tem dependentes.Já os agregados com filhos verão o imposto baixar face ao modelo atual.

Segundo os dados estatísticos do IRS entre os cerca de 5 milhões de agregados que entregaram declaração de IRS em 2012 contam-se 3,7 milhões sem dependentes. Este universo inclui os contribuintes sem filhos e também aqueles em que estes já trabalham ou já excederam a idade para serem considerados dependentes em termos fiscais.


O quociente familiar agora proposto segue o modelo existente noutros países europeus e visa, tal como previa o despacho que definia o mandato da Comissão de Reforma, tornar o imposto menos penalizador para as famílias com filhos a cargo.

A consideração de cada menor de 25 anos para efeitos de apuramento do rendimento coletável irá, assim, levar ao desagravamento fiscal das famílias com dependentes, estimando-se que o valor do imposto a pagar possa cair 65 euros nos agregados com um dependente e 206 euros quando existam dois filhos. Segundo os mesmos dados, o número de agregados com um dependente ronda os 809 mil, caindo para quase metade (476 mil) os casos com dois filhos relevantes para efeitos de apuramento da coleta do IRS.

A par do quociente familiar, o documento propõe também a substituição do atual sistema de deduções personalizantes e à coleta por um valor fixo, atribuível a cada contribuinte, e define três cenários de valores de forma a que o efeito do referido quociente na receita fiscal seja assumido total ou parcialmente pelo Estado ou neutro. Se a opção recair sobre este último cenário, a compensação da redução do imposto de algumas famílias (as que têm dependentes) será feita, pelo menos em parte, pelo agravamento de outras.

O anteprojeto da reforma do IRS vai estar em consulta pública até 20 de setembro, e a Comissão presidida por Rui Duarte Morais apresentará ao Governo a sua proposta final até 30 de setembro."





pode consultar a proposta [em discussão pública]... aqui.

no reino da indigência [e lá se vai a proposta de reforma do irs ?]...!


no observador... 

"Reino Unido era o destino de eleição com 19% de licenciados já em 2011, antes da troika chegar. Fuga de cérebros pode ser um problema, admite o Governo no primeiro estudo sobre o fenómeno em 3 anos.



Os licenciados nascidos em Portugal mas residentes noutro país representavam em 2011 quase 11% do total de licenciados em Portugal. O grupo dos emigrantes com diploma académico foi o que mais aumentou em dez anos e a tendência é crescente, conclui um relatório sobre a Emigração divulgado esta terça-feira pelo secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, que fala na fuga de cérebros como um “indicador problemático” dos dias de hoje. Reino Unido, Suíça e Alemanha são hoje os principais destinos da emigração portuguesa, já que Espanha perdeu importância com o rebentar da crise na construção civil, para onde ia grande parte dos portugueses sem estudos superiores.

O número de emigrantes portugueses com o ensino superior aumentou mais de 87% numa década, passando de um total de 77.790 em 2001 para mais de 145 mil em 2011. Numa perspetiva comparada com o total da emigração portuguesa, são já 10% os portugueses que emigram com curso superior – há dez anos, o número de emigrantes qualificados não passava de 6%, o que representa um salto de quase 60% neste indicador.

“A taxa de emigração dos qualificados é um indicador problemático da chamada fuga de cérebros”, lê-se no relatório assinado pelo secretário de Estado José Cesário.

Mas se é certo que a nova emigração portuguesa é hoje mais qualificada do que no ano passado e nos anos anteriores, “não é possível afirmar” com os dados disponíveis, relativos a 2011, “que essa maior qualificação seja superior à maior qualificação da população portuguesa em geral”, salienta o relatório do Governo. É que, no mesmo período de dez anos, o número de portugueses licenciados – residentes em Portugal – também aumentou cerca de 85%, passando de 674 mil cidadãos em 2001 para 1.245 mil em 2011.

FUGA DE CÉREBROS SIM, MAS SEM DRAMA

Enquanto a percentagem de emigrantes licenciados passou de 6 para 10%, a percentagem de licenciados em Portugal passou de 8% em 2001 para quase 14% em 2011, numa variação ligeiramente superior ao crescimento dos emigrantes qualificados. Perante isto, o secretário de Estado das comunidades considera que o aumento da emigração diplomada não é tanto um problema de fuga de cérebros mas um acompanhamento da realidade nacional.

“O aumento da qualificação da população portuguesa emigrada é pois mais um resultado do aumento da qualificação portuguesa do que de uma maior incidência da emigração nos setores qualificados”, justifica o relatório.

Mas o Governo admite que, “com o colapso pós-2008 do maior fluxo de emigração portuguesa desqualificada deste século, para Espanha, e o crescimento da emigração para novos destinos como o Reino Unido ou, a um nível ainda muito baixo, para os países nórdicos, é possível que esteja a haver mudanças ainda não registadas na estrutura de qualificação da migração”. E, a confirmar-se esta mudança estrutural, a fuga de cérebros é um problema."

para ler o resto da notícia... aqui.